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9 de abril de 2017

Não sou político e você?

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O problema não é Doria afirmar ''Não sou político'' o problema reside justamente nos políticos que adotam esse discurso para disfarçar-se de Doria.

A demonização da política não vem de hoje, a novidade é justamente os partidos aceitarem e propagarem esse discurso, como se o ''Não Político'' fosse a solução de tudo.

Vejo muito covardia de políticos tradicionais em não assumir o que de fato são, um jogo de conveniências visando interesses próprios, quando observo partidos apoiando esse discurso do ''não político'' só posso chegar nessa conclusão.

Promovem uma verdadeira prostituição ideológica mentindo para todos e para si mesmos, escondendo-se no falso discurso ''minha preocupação é com o futuro do país'', desculpas esfarrapas para que consigam afundar-se na própria ilusão, a ilusão do político que jura que não é político para entrar na onda.

Destaca-se positivamente nesse meio o Ministro Roberto Freire, não nega suas origens, combate o bom combate, de peito aberto e as claras, não leva desaforo pra casa nem mesmo quando os fãs do lulo-petismo tentam desancá-lo em público, político que a frente da pasta atua como gestor e vem promovendo a limpa no MINC colocando a casa em ordem.

Negativamente, partidos, dirigentes e políticos que se entregam a este discurso, marca fiel do Paulista até o momento.

Doria tem seus méritos para encontrar-se na posição confortável de hoje, mas terá que assumir sua verdadeira identidade, a demonização da política só serviu para a perpetração da classe dominante e alienação generalizada da sociedade, a política sempre foi o caminho desde a Grécia antiga.

O que precisamos é qualificá-la cada vez mais para banir os ratos e bandidos desse meio, Doria como político, desponta como um grande gestor, em tempos de renovação, Doria pode representar a nova forma de se fazer política, portanto seu discurso do não sou político deve ser no mínimo questionado, você foi para uma eleição política, em um partido político, para assumir um cargo político, e não é político? 

Essa incoerência pode resultar de momento em uma grande ação de Marketing, mas logo terá que assumir a sua verdadeira identidade, Doria é político sim, pode afrmar que promoverá uma nova forma de fazer política, mas é um político sem sombra de dúvidas.

A máxima é uma só todo gestor no executivo é um político, nem todo político no executivo é um gestor.

Flavio Ferreira - Lentilha





Doria: mantra do “não sou político” marca 100 dias na prefeitura e eleva tucano a presidenciável
Prefeito de São Paulo coleciona polêmicas e vê popularidade subir com programas bem avaliados e ações de marketing

Para quem chegou à prefeitura de São Paulo em janeiro dizendo que não é político e nem sequer tentaria a reeleição, João Doria (PSDB) chega a 100 dias de gestão segunda-feira com um discurso afiado, a ponto de alçá-lo à condição de presidenciável. Principal representante do mantra “sou gestor, não sou político”, o prefeito já direcionou o canhão para quem considera seus principais adversários: o PT e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, um possível concorrente em 2018.

No fim de março, por exemplo, disse a um militante que elogiara a ex-presidente Dilma Rousseff que ele deveria “procurar sua turma em Curitiba”, numa alusão aos petistas presos pela Lava-Jato. Lula foi chamado de “o maior cara de pau do país” ao menos duas vezes em vídeos do Facebook.

Doria vem colecionando polêmicas fora da política também, seja quando decidiu apagar grafites autorizados em muros da cidade em nome do programa “Cidade Linda”, ou quando multou secretários atrasados para reuniões ou se irritou com a multinacional Amazon, que, em uma propaganda, ironizou o estilo dele de governar a cidade.

“Dá a impressão que são três anos, mas são apenas três meses de governo”, disse o prefeito no último dia 30, numa entrevista coletiva.

Metas

O maior compromisso de Doria para os três primeiros meses de gestão era acabar com a fila de espera de 485 mil exames na saúde. No dia 3, a Secretaria da Saúde anunciou que fez 99,65% dos exames atrasados. Outra promessa para o período foi revogar a redução do limite de velocidade nas Marginais Pinheiros e Tietê, o que cumpriu ainda no primeiro mês de gestão.veja também.


O primeiro trimestre não foi suficiente, entretanto, para o novo governo apresentar resultados de um corte de gastos anunciado em janeiro. Doria apostou em ações de baixo custo e alta visibilidade. Limpeza de bueiros, poda de árvores e manutenção de calçadas ganharam status de programa de governo. O combate à pichação virou obsessão e tema de lei. Já reformas de escolas, por exemplo, ainda esperam por recursos. No mês passado, a atual gestão divulgou haver um buraco no orçamento deste ano de R$ 7,5 bilhões. O prazo dado por Doria para concluir um ajuste fiscal com redução de 30% dos cargos comissionados e 15% dos valores de contratos termina no fim de junho.

Numa tentativa de reduzir a sonegação de impostos municipais, o prefeito reformou o programa que concedia pequenos benefícios a consumidores que pediam nota fiscal e criou a “Nota do Milhão”, que, todo mês, sorteia R$ 1 milhão.

Passando o chapéu

Enquanto nos gabinetes, secretários queixam-se de falta de verba para os programas, nas redes sociais, o prefeito passa o chapéu junto à iniciativa privada atrás de doações em troca de publicidade gratuita. Remédios para a rede pública, veículos para a fiscalização de trânsito, softwares para escolas, produtos de higiene e reformas de banheiros em parques foram algumas das doações recebidas pela prefeitura.

“Meu poder de convencimento é muito bom”, afirmou Doria no mês passado, ao lado de empresários.

O interesse de empresas nessas parcerias com a prefeitura tem sido visto com desconfiança por críticos da gestão. É também nessa área que Doria deve enfrentar o maior desafio do ano: aprovar um pacote de privatizações e concessões de patrimônio público à iniciativa privada, bandeira de sua campanha, enviado à Câmara Municipal este mês.

Trata-se de uma lista de cerca de 50 itens entre empresas, imóveis, parques, cemitérios e até terminais de ônibus que, segundo estimativas iniciais do governo, possibilitariam uma injeção de recursos entre R$ 5 bilhões e R$ 10 bilhões.

O autódromo de Interlagos, o sambódromo do Anhembi e o Pacaembu estão entre as prioridades do pacote. Doria conta com o dinheiro proveniente da alienação de bens para contornar as dificuldades de caixa.

“São recursos para uso exclusivo em investimentos na cidade nos próximos quatro anos em saúde, educação, habitação, segurança e mobilidade”, garante o secretário de Desestatização, Wilson Poitt.


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